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Valorização urbana, demanda por locação e perfil econômico de Mato Grosso sustentam o desempenho do mercado imobiliário
Em um cenário nacional marcado por juros elevados e crédito mais restrito, o mercado imobiliário segue ocupando papel estratégico entre os investimentos de longo prazo, especialmente em regiões que mantêm crescimento econômico e expansão urbana constantes, como Cuiabá e outras cidades de Mato Grosso.
Dados de entidades do setor e análises de especialistas apontam que, mesmo com a Selic em patamares altos, mas com projeção de queda, os imóveis continuam atraindo investidores pela combinação entre segurança patrimonial, renda recorrente com locação e valorização ao longo do tempo.
Na capital mato-grossense, o movimento do mercado reflete características próprias da economia local. O avanço do agronegócio, a concentração de serviços, o crescimento populacional e a expansão de bairros planejados têm mantido a demanda por moradia e locação aquecida, criando um ambiente favorável para investimentos imobiliários. Mesmo diante do custo mais elevado do financiamento, muitos compradores optam por antecipar aquisições, enxergando o imóvel como um ativo real capaz de proteger o patrimônio em ciclos econômicos adversos.
Segundo o Victor Bento, diretor do Grupo Vivart, o contexto atual exige uma visão menos imediatista e mais orientada ao longo prazo. “Em mercados como o de Cuiabá, o imóvel não deve ser analisado apenas pelo impacto momentâneo dos juros. Quando olhamos para um horizonte de médio e longo prazo, a valorização urbana, a demanda constante por locação e a escassez de áreas bem localizadas fazem com que o imóvel siga sendo um investimento sólido”, afirma.
O comportamento do investidor local também tem reforçado essa tendência. Em vez de buscar ganhos rápidos, muitos compradores avaliam o imóvel como uma forma de diversificação em relação às aplicações financeiras tradicionais.
Enquanto investimentos atrelados à renda fixa acompanham diretamente as oscilações da Selic, os imóveis apresentam uma dinâmica própria, menos sensível às variações de curto prazo e mais conectada ao desenvolvimento urbano e econômico da região.
Na prática, a diferença entre investir em imóveis e aplicações financeiras pode ser observada em exemplos simples. Um capital de R$ 500 mil aplicado em renda fixa, mesmo com juros elevados, tende a gerar um retorno previsível, porém sujeito à tributação e à reinversão constante para manter a rentabilidade. Já o mesmo valor investido em um imóvel bem localizado em Cuiabá pode gerar renda mensal com aluguel, frequentemente ajustada pela inflação, além da valorização do patrimônio ao longo dos anos. “Quando somamos a renda da locação com a valorização do imóvel, o retorno total costuma ser bastante competitivo, principalmente em regiões com crescimento urbano consistente”, explica Victor.
Outro fator relevante é o perfil do mercado local. Em Cuiabá, bairros em expansão e empreendimento com boa infraestrutura têm apresentado liquidez acima da média, tanto para venda quanto para locação. Isso reduz um dos principais riscos associados ao investimento imobiliário, que é o tempo de vacância. “Os investidores que escolhem bem a localização e o tipo de imóvel conseguem minimizar riscos e garantir uma renda estável, mesmo em um ambiente econômico mais desafiador”, destaca o diretor.
Especialistas do setor avaliam que, historicamente, períodos de juros elevados tendem a ser seguidos por ciclos de acomodação ou queda das taxas, o que aumenta a atratividade do crédito imobiliário e impulsiona a valorização dos ativos. Nesse contexto, quem já está posicionado no mercado tende a se beneficiar duplamente: pela renda gerada no presente e pela valorização futura do imóvel.
Para Victor, essa lógica é ainda mais evidente em Mato Grosso. “O estado segue como um dos motores econômicos do país, com geração de emprego, renda e migração interna. Esse movimento sustenta a demanda por imóveis e reforça o papel do setor imobiliário como uma ferramenta de preservação e construção de patrimônio”, conclui.